CONTADOR GOOGLE: 16 MILHÕES DE ACESSOS!

CURTA O ITAPETINGA AGORA NO FACEBOOK

DISK GÁS: 77-98119-1906 (FONE/ZAP)

SUPERMERCADO ADONAI - AV. AMÉRICO NOGUEIRA, CLODOALDO

KITANDA E MERCEARIA MOTA - Direção MIRALDO MOTA

SUPERMODA - NA ALAMEDA RUI BARBOSA

O SINDICATO DOS TRABALHADORES DA AZALÉIA

O SINDICATO DOS TRABALHADORES DA AZALÉIA

PAX PERFEIÇÃO - QUEM É VIVO SE ASSOCIA!

PAX PERFEIÇÃO - QUEM É VIVO SE ASSOCIA!

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

FAZENDEIRO TINHA HISTÓRICO DE AGRESSÕES E AMEAÇAS DE MORTE CONTRA CUNHADA - FAMÍLIA DIZ QUE JANES É INOCENTE.

Por Juscelino Souza / Sudoeste Digital 
Uma reviravolta no caso do pecuarista Júlio César Correia de Almeida, conhecido como Téo, 50 anos, encontrado morto em Potiraguá, após ter desaparecido em Itapetinga, pode beneficiar a cunhada dele, Janes Meres Nascimento, 59, em prisão temporária, acusada de "possivelmente" (segundo a polícia) envolvimento no caso.
O habeas corpus, com pedido de revogação da prisão, está em apreciação no Tribunal de Justiça, conforme apurou a reportagem do Sudoeste Digital. Foi confirmado que a própria polícia tem dúvidas em relação à Janes, conforme informado à imprensa por ocasião das prisões temporárias.
A tese de que o crime teria relação com herança  é rechaçada pela família e amigos da acusada, visto
que, segundo eles, além de Téo não figurar como herdeiro, Janes era favorável à
partilha.
A reportagem não conseguiu contato com a defesa dos acusados, mas a expectativa na cidade é a de que Janes seja colocada em liberdade nas próximas horas, já que há testemunhos de pessoas próximas, amigos e familiares e até denúncias dela contra o cunhado - casado com sua irmã - por
ameaças de morte e de agressões físicas.
O corpo do pecuarista, que estava desaparecido desde o dia 27 de maio deste ano, na zona rural de Itapetinga, foi localizado em Potiraguá três dias depois. Ele foi morto a tiros.
No último dia 5, três meses após o ocorrido, policiais civis deram cumprimento a mandados de prisões temporárias expedidos pela Justiça Criminal em desfavor da cunhada da vítima, Janes Meres Nascimento, 59 anos; sua filha Alana Nascimento Oliveira, 38 e o esposo dessa, Elvis Santos Campos, vulgo “Buga”, 36. Todos negam participação no crime.
Documentos judiciais obtidos pelo Sudoeste Digital, cuja autenticidade foi comprovada, relatam que a mulher acionou a polícia civil em 20 de julho de 2016, sendo recebida pelo delegado de polícia civil. 
Janes Meres relatou ao policial ter sido agredida verbalmente e fisicamente por Téo quando ela, em companhia de sua irmã, Gilmara Moreira Lima e de Maria Vieira Lima Moreira,  mãe dela, viúva e inventariante do seu pai, Rosalvo Rodrigues Moreira, falecido em 2012, chegaram á Fazenda Camponesa, na região do Rio Pardo, para contagem do gado do espólio, em companhia dos vaqueiros.
Conforme o relato constante no Termo de Declarações, Téo chegou, acompanhado do filho dele, Proferindo xingamentos. Em seguida, partiu para agredir a sua irmã, Gilmara. "A declarante atravessou em sua frente, instante em que Júlio César (Téo) agrediu com socos", reporta o escrivão.
Janes continuou sendo agredida, sendo atingida no braço direito, ficando com escoriações e hematomas. Téo, então, teria ido em direção ao carro dele, fazendo ameaças de apanhar uma arma para atirar em Janes, mas foi contido pelo filho. "Pai, você vai se complicar", teria gritado o rapaz, impedindo-o de abrir a porta do carro.
O Termo Circunstanciado de Ocorrência, sob nº161/2016, foi aceito pelo Ministério Público estadual, que ofereceu denúncia contra Téo. O caso foi parar nas mãos do juiz, resultando no processo crime de nº: 0300579-74.2017.8.05.0126 de Lei Maria da Penha contra Téo, denunciado por ter agredido fisicamente e ameaçado  Janes Meres Nascimento.

"Naquele dia, 20 de julho do ano 2016, na porteira da fazenda Camponesa, às margens do Rio Pardo, quando Jane, juntamente como sua mãe dona Maria, viúva de seu Rosalvo e herdeira Gilmara iam contar o gado da fazendo pertencente a seu Rosalvo. Naquela ocasião Nego Téo impediu a entrada das herdeiras e da viúva a socos e ameaças de morte, conforme denúncia do Ministério  Público", resume o documento.

RELEMBRE O CASO

O corpo do pecuarista, que estava desaparecido desde o dia 27 de maio deste ano, na zona rural de Itapetinga, foi localizado em Potiraguá três dias depois.
As investigações foram conduzidas pelo coordenador da Polícia Civil de Itapetinga, delegado Roberto Júnior. A família chegou a oferecer R$3 mil em recompensa a quem informasse sobre o paradeiro do pecuarista.

2 comentários:

  1. Que bom veio publicar essa matéria, pois todos querem por ele de santo, querendo pegar o que não era dele, era da esposa dele, não era dele, a ganancia pelo os bens dos outros.

    ResponderExcluir
  2. Só 1 pergunta:
    A polícia não tinha todas essas informações quando pediu o mandado de prisão??
    Ou será que esqueçeu de fazer o dever de casa???

    ResponderExcluir

MATÉRIAS ASSINADAS , com FONTE, são de responsabilidade de seus autores.

contatos blog: whats: (77) 98128-5324

ITAPETINGA AGORA NO FACEBOOK