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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

O GUERREIRO QUE FOI ASSASSINADO JUNTO COM 1500 ÍNDIOS DEFENDENDO O BRASIL

Sepé Tiaraju é um dos muitos heróis brasileiros que não são reconhecidos nos livros de História do país. Sepé Tiaraju foi um guerreiro indígena brasileiro, considerado santo popular e declarado “herói guarani missioneiro rio-grandense” por lei. Chefe indígena dos Sete Povos das Missões, liderou uma rebelião contra o Tratado de Madri.
Um dos principais episódios da vida de Sepé Tiaraju é a chamada Guerra Guaranítica, na qual Sepé liderou índios guaranis na resistência contra a desocupação dos Sete Povos das Missões que os espanhóis pretendiam. A Guerra Guaranítica durou de 1753 a 1756, ano da morte de Sepé Tiaraju.
Sepé foi criado como líder e treinado pelos guerreiros Guaranis, entretanto, o advento das Missões
Jesuíticas, que incluíam a região de São Gabriel (RS), onde vivia Sepé, introduziram novas configurações de forma abrupta às comunidades indígenas e gerou insatisfação das aldeias. As missões se encarregavam de implementar nas aldeias Guaranis casas coletivas, centros administrativos hispânicos, expulsão de pajés (que eram substituídos por líderes jesuítas) e o estudo religioso com fim de conversão. Além disso, alteravam a divisão das propriedades e dos trabalhos entre os indígenas.
Em 1750, foi estabelecido o Tratado de Madri entre portugueses e espanhóis. O tratado determinou que Portugal iria ceder a região da Colônia do Sacramento, hoje Uruguai, à Espanha, em troca da cessão do território dos Sete Povos das Missões. A tentativa de desocupação implicava que cerca de 50 mil indígenas fossem expulsos de suas propriedades e deslocados para outro território espanhol. Os indígenas não aceitaram a proposta e tiveram o apoio de padres jesuítas da Companhia de Jesus. A região era rica em gado e foi disputada com armas. Espanhóis e portugueses se juntaram na luta contra os índios Guaranis.
Em 07 de fevereiro de 1756, o episódio da Batalha de Caiboaté ficou conhecido como uma das piores derrotas dos índios, com 1500 mortos. Entre os mortos estava Sepé Tiaraju. Nesta batalha, Sepé disse uma frase que é hoje reconhecida historicamente e atribuída a sua figura: “Esta terra tem dono.”
A história de Sepé Tiaraju tornou-se tema literário. Entre as obras do tipo, é considerada a mais importante “Romance dos Sete Povos das Missões”, de 1975, de Alcy Cheuiche, que retrata a vida do guerreiro indígena brasileiro.

fonte: Observatório do 3º setor
Crédito da ilustração: Sandro Andrade/ ilustração feita para o livro ‘Sepé Tiaraju’, de Luís Rubira. Livro publicado pela Fundação Callis

7 comentários:

  1. Ele não TM como ser herói brasileiro, pois esse título NM existia.
    Não sejam hipocritas, aconteceu um massacre pelo portugueses para q podessem tomar e colonizar terras já colonizadas

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  2. Fica a pergunta, se não é reconhecido pelos livros de história como conseguio fazer essa matéria?
    Parece até que viveu a história...

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  3. Eu também sou gerreiro sem reconhecimento e como eu tem muitos sustentar uma família manter os filhos na Escola sem ser asalariado tem que ser gerreiro.

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  4. caramba tenho vários livros da história do Brasil e do mundo, mas nunca li nada sobre esse índio

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  5. Agora vem Bolsonaro!
    E entregar tudo aos ruralistas.

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  6. Muito bacana! Sugiro que elucide outros personagens que também não estão nos livros , como: Maria felipa, dandara dos palmares, Luísa mahin Adelina charuteira, Acoltirene e tantas outras candaces fabulosas que protagonizaram lutas quilombolas e não estamparam as capas dos livros por um motivo muito simples: A história foi escrita por por gente que tirou o protagonismo do negro, do índio e dos verdadeiros herois. Bravo Tiago!

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  7. Estória p boi dormir, kkkk
    De noite eu viro lobisomem,
    Daqui 50 anos conts essa estoria
    Povo mentiroso

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