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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

BAHIA PROPÕE ESTADUALIZAR "MAIS MÉDICOS"

Para suprir a ausência de médicos nos rincões do país com o fim da parceria entre Brasil e Cuba para o programa Mais Médicos, o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, propôs a transferência da operacionalização do programa para as mãos dos estados. A sugestão foi apresentada, nesta quarta-feira (28), em Brasília, durante reunião do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS).
“A União assumiria o papel de regulação, monitoração, com a responsabilidade exclusiva de registro profissional de médicos intercambistas. E os estados poderão fazer uma gestão mais próxima do problema”, explicou Vilas-Boas.
O repasse de recursos seria direto da União aos estados e os custos loco-regionais de articulação e
gestão junto aos municípios seriam assumidos pelos próprios entes federados.
Os dados apresentados pelo Ministério da Saúde mostram que mais de mil médicos brasileiros se inscreveram no edital de chamamento, após a saída dos profissionais cubanos. Destes, 216 estão trabalhando. Contudo, o secretário afirmou que as baixas têm data prevista para acontecer.
“Nós não nos surpreendemos com o elevado número de brasileiros se inscrevendo no programa. Isso já vinha acontecendo ao longo dos últimos cinco anos. Só que um terço desses médicos passará nas provas de residência médica que ocorrem até janeiro próximo e vão sair do Mais Médicos e outro terço sairá até o final do ano, pelo mesmo motivo”.
Vilas-Boas também vislumbrou um cenário ainda mais delicado com o abandono de médicos que hoje atuam no programa de saúde da família para se inscreverem-se no Mais Médicos. “Isso pode levar a um problema grave na atenção básica”, disse o secretário.
O Ministério da Saúde só vai abrir vagas do Mais Médicos para “intercambistas” [médicos formados em outros países] num próximo edital, sem data prevista para ser lançado.
A data de 14 de dezembro marca o prazo para que os profissionais brasileiros se apresentem nas unidades de saúde. Mas não há um arranjo jurídico que preveja a obrigatoriedade de continuidade, como acontecia com a cooperação com Cuba, conforme o secretário Fábio alertou.
De acordo com a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS), desde que Cuba decidiu encerrar o acordo, mais de 1,3 mil profissionais cubanos já deixaram seus postos de trabalho, retornando ao país de origem.

12 comentários:

  1. Uma excelente iniciativa!
    Parabéns, secretário Fabio Vilas-boas, pelo projeto inteligente que desempenhaste! Não nos resta dúvidas que só somará em benefícios preventivos e interventivos na saúde do cidadão baiano - brasileiro.
    Como médico reconheço os cuidados e preocupações que devemos ter em nos desprendermos em pró da saúde do cidaďão, cuidado que coaduna com os resultados positivos da saúde pública.

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  2. Pq o site não faz uma matéria sobre quase a totalidade de vagas do Mais Médicos em torno de 93% que já foram preenchidas após a saída dos supostos médicos cubanos?
    Isso só comprova que não precisávamos importar médicos de outro país para fazer uma função que os próprios brasileiros poderia fazer, só precisava de insetívos do governo e que tudo isso não passou de uma maneira do governo do PT de desviar dinheiro público.

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    Respostas
    1. O blog deveria ressaltar TB que 1000 cidades ficaram de fora nesse novo projeto.
      Não me venha com essa lorota de 93%.

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    2. O blog deveria ressaltar TB que 1000 cidades ficaram de fora nesse novo projeto.
      Não me venha com essa lorota de 93%.

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    3. Uma pessoa dessa não resta duvidas em afirmar por se tratar de um acrítico, incauto e alienado. Necessário se faz saber que esta em jogo é a vida do cidadão. Esquece partido, o programa beneficiou e beneficia, sim, o povo brasileiro. Quanto ao dispêndio financeiro canalizado para pagamento dos médicos estrangeiros aqui no Brasil houve customização. Essa percentagem explorada por você de 93% de já inscritos carece de análises outras, do tipo: mais de 30% sairão para residências, outra percentagem do contingente pedirão exoneração devido localidades distantes das cidades de origem e que proporcionem maior e melhor condições de vida, motivo outro se dará por reconhecimento e aprimoramento proficional.
      Precisamos entender que o programa mais médicos não diminuiu empregabilidade médica no Brasil, o programa se ateve exclusivamente em suprir a demanda de cidades e localidades que não existiam atuações médicas. Motivo que implicava diretamente nas condições de vida digna do cidadão e no indice de mortalidade dos residentes dos devidos locais carentes e distantes.

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    4. Não se esqueça tbm que além dos 93% das vagas preenchidas existe mais 21.000 de inscritos que ficaram na reserva para esses que vc falou que irá pedir arrego devido às localidades de difícil acesso.

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  3. Médicos corporativistas!

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  4. Palhaçada, essa é a palavra que descreve a atitude do atual governo da Bahia.

    O Brasil gastou 5,7 bilhões de reais só com Cuba. Imagina como isso poderia ser investido no Brasil.

    Toda vez que vc não consegui vaga em um hospital, ser atendido em uma UPA, não ter acesso a medicamentos. E, também, quando o emprego estiver faltando, lembre-se que o PT gastou 5,7 bilhões de reais para o bem de outro país!

    Então, somente alguém sem noção pode apoiar um programa desse.

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  5. ESSE GOVERNO DA BAHIA É UM PALHAÇO.

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  6. Palhaçada é pobre defender médico brasileiro que sempre humilhou o povo carente. Agente chega no posto marca uma consulta com muita dificuldade e só será submetido ao atendimento médico depois de uma eternidade de espera, isso sem falar nos exames municipais também difíceis e demorados.

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  7. https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/376659/Médico-brasileiro-despreza-a-'medicina-da-família'.htm

    Um dos traços mais problemáticos no perfil dos médicos brasileiro é o baixo interesse pela medicina da família, setor crucial para toda e qualquer política de saúde pública. Quase 70% das vagas para este tipo de atuação estão vagas. O desinteresse é proporcional à necessidade: nos últimos cinco anos, o número de vagas para a especialidade cuja principal função é prestar cuidados de saúde e prevenir doenças de uma comunidade cresceu mais de 260%, de 991 para 3.587.

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