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domingo, 2 de julho de 2017

TRÊS HEROÍNAS DA INDEPENDÊNCIA DA BAHIA: Maria Felipa, Maria Quitéria e Joana Angélica

     As mulheres na guerra da Independência
                     Por: JOSÉ CARLOS RUY
A defesa da independência do Brasil, feita de armas nas mãos e vencida na Bahia, em 2 de julho de 1823, com a derrota e expulsão das tropas portuguesas comandadas pelo general Madeira de Melo, teve forte participação das mulheres. Três delas ficaram na história e mostram que a intensa participação popular na luta contra os portugueses foi masculina e também feminina, pobre e negra.
Estas três mulheres foram a freira Joana Angélica, aquela que hoje talvez fosse incluída na “classe média”, Maria Quitéria, e a pescadora e marisqueira Maria Felipa.
Joana Angélica foi assassinada por soldados portugueses no início da luta, em 20 de
fevereiro de 1822. A tropa que ocupava Salvador promovia arruaças pela cidade. Ao tentar invadir, bêbados, o convento da Lapa, os soldados deram de cara com a resistência de Joana Angélica que tombou em defesa daquele local. Foi a primeira mártir da Independência e seu assassinato provocou forte reação popular e animou a luta contra os ocupantes.

Maria Quitéria de Medeiros era uma moça que sabia montar (habilidade essencial para a época) e usar armas. Quando a luta pela independência se intensificou na Bahia, ela fugiu de casa, disfarçou-se como soldado e juntou-se ao chamado “Batalhão dos Periquitos”, na vila de Cachoeira. Participou, com destaque, em combates na Ilha de Maré, Barra do Paraguaçu e na cidade de Salvador, na estrada da Pituba, Itapuã, e Conceição. 

Ela não conseguiu esconder, por muito tempo, sua condição de mulher. Descoberta, foi prontamente aceita, por sua bravura e destemor, pelo comandante de seu batalhão – o major José Antônio da Silva Castro, que veio a ser avô do poeta Castro Alves -, e teve um uniforme especialmente desenhado para ela, com um quepe especial e um saiote. Teve posição de destaque nos combates de que participou e foi a primeira mulher que assentou praça no Exército brasileiro; foi também a primeira a entrar em combate. 

Depois da independência foi recebida pelo imperador Pedro I e condecorada com a Ordem do Cruzeiro, sob a justificação: "Querendo conceder a D. Maria Quitéria de Jesus o distintivo que assinala os Serviços Militares que com denodo raro, entre as mais do seu sexo, prestara à Causa da Independência deste Império, na porfiosa restauração da Capital da Bahia, hei de permitir-lhe o uso da insígnia de Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro".

O lado popular do envolvimento da mulher na guerra da Independência foi representado pela negra Maria Felipa de Oliveira, que organizou e liderou a resistência de negros, pobres e trabalhadores na Ilha de Itaparica, e sobrevive, quase duzentos anos depois, na memória da população. 

Maria Felipa era uma pescadora, marisqueira, que morava na Ponta das Baleias. Ali, liderou a luta do povo, atacou barcos portugueses ancorados no local, atraiu e desmoralizou tropas inimigas liderando homens e mulheres, negros e índios nas batalhas contra o ocupante. Seu grupo chegou a queimar 40 navios! As armas que usavam eram quase sempre seus instrumentos de trabalho - facas de cortar baleia e peixeiras – ou pedaços de pau e galhos com espinhos. “As mulheres seduziam os portugueses, levavam pra uma praia, faziam com que eles bebessem, os despiam e davam uma surra de cansanção”, conta a historiadora Eny Kleyde Farias, no livro Maria Felipa de Oliveira: heroína da independência da Bahia (2010).

A visão oficial, segundo a qual a Independência teria sido “pacífica”, com o povo à margem dos confrontos ocorridos, vai cada vez mais ficando para trás. 

Quando se olha de perto todas as lutas ocorridas em todos os lugares, que envolveram o povo e buscaram o progresso e a liberdade, uma verdade se impõe: as mulheres – que são mais da metade da humanidade – tiveram sempre uma participação decisiva e fundamental. Esta é uma verdade heróica que ocorreu também na guerra da Independência do Brasil.

4 comentários:

  1. Hoje, todo esse legado está sendo jogado no lixo, com cada vez mais baianos entregues à bandidagem a troco de migalhas, como celulares e drogas, baixaria por todo lado, deseducaçao e desrespeito como lema de vida, mulheres desprovidas do mínimo respeito para com seus corpos, e por aí vai. Será que valeu à pena?

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  2. Porque ninguém fala de Jesus quem morreu na cruz foi JESUS Cristo para nos libertar em Cristo somos mais que vencedores falem mais do amor de Cristo falem da Vitória de Jesus amém

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  3. O projeto de dominação da nova ordem mundial sionista é reduzir a espécie humana ao nada. A nossa história sempre revelou pessoas aguerridas valorosas e ilusionistas quanto à questão social, a luta ao direito a vida e a dignidade humana como causa basilar da nossa existência.
    Parabéns a todos e todas que de alguma forma nasceram "presos" e lutaram incansavelmente pela libertação da especie humana, em todos os seus níveis de prisão.

    Obs! Nós estamos no mundo e buscamos gerir o mesmo tal como ele é, não da forma que querem nos fazer enxergar.

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  4. Quando Jesus foi ser criscificado ele estava dizendo estou indo por amor de vós estou indo para lhes liberdade estou indo pelos seus pecados eu estou indo para todos aqueles que crer em mim não pereça não precisa de pessoas para nos libertar espécie humana JESUS já garantiu nossa Vitória por isso devemos tudo a ele toda honra toda Glória todo LOUVOR seja para JESUS colossences 1:16 Tudo foi feito por ele e para ele são todas as coisas somente a Jesus Cristo seja dada toda honra e toda Glória amém

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Redação e Edição: Tiago Bottino J. Brige
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