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domingo, 19 de fevereiro de 2017

PESQUISA PÕE BRASIL COMO LÍDER MUNDIAL EM CASOS DE VIOLÊNCIA CONTRA PROFESSORES

fonte: BBC BRASIL
 
Uma pesquisa global feita com mais de 100 mil professores e diretores de escola do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio (alunos de 11 a 16 anos) põe o Brasil no topo de um ranking de violência em escolas.
Na enquete da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram ser vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana.
Trata-se do índice mais alto entre os 34 países pesquisados - a média entre eles é de 3,4%. Depois do Brasil, vem a Estônia, com 11%, e a Austrália com 9,7%. Na Coreia do Sul, na Malásia e na
Romênia, o índice é zero.
O tema da violência em sala de aula foi destacado por internautas ouvidos pela BBC Brasil como um assunto que deveria receber mais atenção por parte dos candidatos presidenciais e vem gerando acirrados debates em posts que publicamos nos últimos dias nas nossas páginas de Facebook, Twitter e Google +.
"A escola hoje está mais aberta à sociedade. Os alunos levam para a aula seus problemas cotidianos", disse à BBC Brasil Dirk Van Damme, chefe da divisão de inovação e medição de progressos em educação da OCDE.
O estudo internacional sobre professores, ensino e aprendizagem (Talis, na sigla em inglês), também revelou que apenas um em cada dez professores (12,6%) no Brasil acredita que a profissão é valorizada pela sociedade; a média global é de 31%.
O Brasil está entre os dez últimos da lista nesse quesito, que mede a percepção que o professor tem da valorização de sua profissão. O lanterna é a Eslováquia, com 3,9%. Em seguida, estão a França e a Suécia, onde só 4,9% dos professores acham que são devidamente apreciados pela sociedade.
Já na Malásia, quase 84% (83,8%) dos professores acham que a profissão é valorizada. Na sequência vêm Cingapura, com 67,6% e a Coréia do Sul, com 66,5%.
A pesquisa ainda indica que, apesar dos problemas, a grande maioria dos professores no mundo se diz satisfeita com o trabalho.
A conclusão da pesquisa é de que os professores gostam de seu trabalho, mas "não se sentem apoiados e reconhecidos pela instituição escolar e se veem desconsiderados pela sociedade em geral", diz a OCDE.
Segundo Van Damme, "a valorização dos professores é um elemento-chave para desenvolver os sistemas educacionais".
Ele aponta melhores salários e meios financeiros para que a escola funcione corretamente, além de oportunidades de desenvolvimento de carreira como fatores que podem levar a uma valorização concreta da categoria.
No Brasil, segundo dados do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDEs) da Presidência da República, divulgados em junho deste ano, a remuneração média dos professores é de pouco menos de R$ 1,9 mil por mês.
A média salarial dos professores nos países da OCDE, calculada levando em conta o poder de compra em cada país, é de US$ 30 mil (cerca de R$ 68,2 mil) por ano, o equivalente a R$ 5,7 mil por mês, o triplo do que é pago no Brasil.
O especialista da OCDE cita a Coreia do Sul e a China como exemplos de países onde o trabalho dos professores é valorizado tanto pela sociedade quanto por políticas governamentais, o que representa, diz ele, um "elemento fundamental na melhoria da performance dos alunos".
"Em países asiáticos, os professores possuem um real autoridade pedagógica. Alunos e pais de estudantes não contestam suas decisões ou sanções", afirma.
A organização ressalta que houve avanços na educação brasileira nos últimos anos. Os investimentos no setor, de 5,9% do PIB no Brasil, estão próximos da média dos países da OCDE (6,1%), que reúne várias economias ricas.
"Entre 2000 e 2011, o nível de investimentos em educação no Brasil, em termos de percentual do PIB, quase dobraram", afirma Van Damme.
Outro indicador considerado importante pela OCDE, o percentual de jovens entre 15 e 19 anos que estudam, é de 77% no Brasil. A média da OCDE é de 84%.

6 comentários:

  1. Sabem o porquê disso? A educação começa em casa. O respeito começa em casa. Atualmente os pais são proibidos pela justiça de corrigir seus filhos, de deixarem trabalhar. Outros não querem corrigir para não dar limites. Não dão exemplo de moral e ética. Não admitem o caos na família e a necessidade de buscar ajuda. A cada dia, são lançados pequenos delinquentes na sociedade, sem limites, sem pudor, sem honestidade, sem respeito. Que filhos deixaremos para este mundo???? Serão médicos, advogados, engenheiros, pedagogos, etc??? mas afinal, eles partem para as universidades com o propósito de estudarem ou de se entregarem às festas, à bebida e às drogas??? Que tipo de profissionais teremos se a educação deixar de existir para dar espaço ao vandalismo?

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    1. Eu ia comentar mas depois desse comentário deixa pra lá. O cara disse tudo. pura vdd.

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  2. O problema está também em escolas que querem números de alunos.As escolas estão apelando pra adolescentes se matricularem, não interessa que querem estudar o importante é a matrícula.

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    1. Tu bebeu foi. ou chupou manga quando tava com febre, se não tiver aluno matriculado a escola fecha

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    2. Aí q está o grande problema! Afinal, a pessoa q precisa procurar a escola e sentir a necessidade de frequentá-la, não o contrário. Por conta de tantas permissividades,os frutos ruins se espalharam nos espaços escolares, tirando a paz e a chance daqueles q buscam a educação como forma de ascenção econômica e social. O engraçado é que TODOS sabem que só a educação é capaz de transformar esse caos mas o investimento na educação é algo que o governo foge da responsabilidade. É só considerarmos o valor gasto com um preso e o valor investido em cada aluno para dar-lhe condição mínima de estudo.

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  3. A culpa de tudo isso é dos políticos que não dão o menor valor para a educação do noosso país. Esse sistema que obrigam as escolas a aprovar alunos que não sabem escrever seu próprio nome e também a família que delega a sua própria responsabilidade aos professores.Esse país é uma vergonha.

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