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FEIRA DO LAR

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

ITAMBÉ: EDUCANDÁRIO CRISTO REI É MUNICIPALIZADO E PASSA A SER GERIDO PELA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO.

O PREFEITO EDUARDO GAMA, A SECRETÁRIA ALECCIENE CHAVES E A CHEFE DO NR 8 MARIA GENIRA PARTICIPARAM DA SOLENIDADE. 
Com 55 anos de Fundação o EDUCANDÁRIO CRISTO REI foi oficialmente MUNICIPALIZADO, passando a fazer parte das escolas geridas pela  SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO de Itambé. A Portaria da Municipalização foi publicada no dia 03 de fevereiro, a solenidade de passagem da escola para o município ocorreu nessa sexta-feira  (10), contando com a presença do Prefeito EDUARDO GAMA, da Secretária de Educação ALECCIENE CHAVES GUSMÃO, da chefe do NR 8 (ex DIREC 14) MARIA GENIRA MOTA e da Diretora da Escola MARILDA BRITO.
O Educandário Cristo Rei tem oferecido o ENSINO FUNDAMENTAL II (6º ao 9º ano), porém, é proposta do município ampliar a oferta para o Ensino Fundamental II. 
INCORPORAÇÃO DO MOZART – EVOLUÇÃO NA EDUCAÇÃO DE  ITAMBÉ.
Na  municipalização do Cristo Rei, está inclusa a incorporação da ESCOLA MOZART ANDRADE,
que passa a funcionar no colégio.
É latente a superioridade estrutural do Cristo Rei, com salas arejadas, corredores amplos, quadra de futebol para a prática da Educação Física... A Escola passa a enriquecer a Rede Municipal de Itambé.
CONHEÇA A HISTÓRIA DO EDUCANDÁRIO CRISTO REI

O Educandário Cristo Rei foi fundado em 1962 pelo Pe. Antônio Maria Polito e o Auxílio  da Irmã Walkíria Alves de Amorim. A fundação do Colégio tinha o objetivo de acolher as filhas de mãe solteiras e oferecer-lhes uma orientação religiosa. O desejo do padre era oferecer a melhor escola com um ensino gratuito e preparar o aluno para Deus e para a sociedade.
A Congregação Voluntárias de Cristo Rei no inicio efetuou um convênio com o governo do Estado da Bahia para o funcionamento da escola. O Pe. Polito foi o primeiro diretor e a ir. Walkíria sua secretária.
Em 1964 a escola funcionou como internato para meninas da região e de regiões circunvizinhas, já em prédio próprio, doado por uma entidade alemã chamada ADVNEAT.  As salas, os quartos e até a cozinha da casa serviam de sala de aula. Aos poucos foram compradas as propriedades envolta para ampliação dos espaços da escola, que foi tomando forma até ser o que é atualmente.
Os professores além de lecionar, serviam merenda, lavavam copos e limpavam as salas. Muitos professores não tinham um salário, recebiam apenas uma ajuda, outros eram voluntários. As religiosas que vinham morar na instituição e tinham condições de dar aulas o faziam.  Dentre as primeiras professoras temos Tânia Teixeira, Mirian Teixeira, Aída e Mirna.
A instituição abrigava mais de quarenta internas. As estudantes da cidade permaneciam durante todo o dia na escola e à noite voltavam às suas residências, as internas só voltavam para suas famílias no período de férias. O internato funcionou por mais de 20 anos. Com o tempo a escola foi se abrindo para os homens.
Em 1969 o Governo do Estado nomeou como Diretora da Escola a Irmã Walkíria Alves de Amorim, que permaneceu na função por 37 anos, até a sua aposentadoria.
SITUAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA

O Educandário Cristo Rei dispõe de quatorze salas de aula amplas, forradas e arejadas, uma sala de informática, um pátio coberto e outro sem cobertura, quadra poliesportiva e arquibancadas em um dos lados.

CONFIRAM FOTOS DA SOLENIDADE





















































13 comentários:

  1. Parabéns a nova gestao. Buscar o.melhor pra educacao é o vai diferenciar de outras gestoes

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  2. Parabêns. Smed trabalhando de verdadae

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  3. agora praficar melhor vou dar-lhe uma dica tira essa mirtes/ marcia essa mulher tem a cara intragável comissões como essas tem que aparecer gente alegre simpáticas como alecciene, dudu, marilda e leo olha acara ruim dessa mulher acaba causando má impressao .SORRIA VC TÁ EMPREGADA.

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    Respostas
    1. Ela tem que sorrir mesmo.So que dá sua cara kkkkkkkkkkkkkkk Ela é funcionária do ESTADO

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    2. Todo mundo sabe quem colocou esse comentário kkkk a mulher do abaixo assinado de 5 assinaturas

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    3. Todo mundo sabe quem colocou esse comentário kkkk a mulher do abaixo assinado de 5 assinaturas

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  4. Sou mãe de aluno do ECR e amo a fineza e educação q Marcia sempre me tratou. Estou muito feliz em saber q a escola continuará com essa equipe. Parabéns Márcia e Mirtes.Sentiremos falta de Marilda mas seii q o ECR continuará em boas mãos.

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  5. Pergunte aos pais e alunos o que eles acham de Márcia?Garanto que todos vão falar bem.Só vc que tá despeitadaaaaa

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  6. Que comentário idiota o seu. Vc precisa ter competências para criticar quem tem essas pessoas que vc cita são efetivas do Estado independente de prefeita. Se manca que o que se quer é continuar com linda história desta escola. Há entendi vc queria era estar no lugar delas e não pode querida porque certamente não tem Competência. Chora que hidrata meu amor. Não adiantou tentar manipular ninguém.

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  7. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  8. http://www.itapetingaagora.net/2017/02/itambe-educandario-cristo-rei-e.html?m=1

    Há alguns dias, li essa matéria sobre o ECR. Senti o impacto negativo de imediato. E fiquei matutando...

    Como profissional da Educação há quase 30 anos, sou FORTEMENTE CONTRA A MUNICIPALIZAÇÃO do ensino básico. No entanto, não é sobre isso que desejo escrever. Porque sei que esse é um processo instituído e que o ECR não teria como passar incólume.

    O que me afetou na matéria foi o viés tendencioso em tornar opaco um brilho que incomoda... Incomoda a quem não sabe que tem luz própria e que não é preciso apagar a luz de ninguém para fazer a própria luz brilhar. Muito pelo contrário: a luz própria só brilha quando reconhece o brilho da alteridade.

    Ela brilhou em Itambé. E ainda brilha. E brilhará sempre, ainda que a sombra tente ofuscá-la. Ela brilha porque apesar de humana e de cometer erros a que todos somos passíveis, ela agiu movida pelo divino que agia por ela.

    Ela CONSTRUIU o ECR. Ela EDIFICOU gerações. Ela ALICERÇOU a educação de MILHARES de itambeenses nativos e "adotados". Ela está IMPREGNADA na memória, na história, nas pequenas glórias municipais.

    A pretexto de um pseudo jornalismo, a matéria declina do personalismo inerente à fundação e evolução histórica do ECR para, em mal disfarçada intenção, atribuir "os louros" a quem herdou um patrimônio muito maior que a materialidade física da entidade.

    Que seja! Porque a matéria não CONVENCE quem conhece o ECR. E não alcança quem nem sabe que ele existe.

    O que salta aos olhos na matéria é isso: o brilho de Ir. Walkiria Alves de Amorim é tão intenso que incomoda a quem não sabe brilhar.

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  9. http://www.itapetingaagora.net/2017/02/itambe-educandario-cristo-rei-e.html?m=1

    Há alguns dias, li essa matéria sobre o ECR. Senti o impacto negativo de imediato. E fiquei matutando...

    Como profissional da Educação há quase 30 anos, sou FORTEMENTE CONTRA A MUNICIPALIZAÇÃO do ensino básico. No entanto, não é sobre isso que desejo escrever. Porque sei que esse é um processo instituído e que o ECR não teria como passar incólume.

    O que me afetou na matéria foi o viés tendencioso em tornar opaco um brilho que incomoda... Incomoda a quem não sabe que tem luz própria e que não é preciso apagar a luz de ninguém para fazer a própria luz brilhar. Muito pelo contrário: a luz própria só brilha quando reconhece o brilho da alteridade.

    Ela brilhou em Itambé. E ainda brilha. E brilhará sempre, ainda que a sombra tente ofuscá-la. Ela brilha porque apesar de humana e de cometer erros a que todos somos passíveis, ela agiu movida pelo divino que agia por ela.

    Ela CONSTRUIU o ECR. Ela EDIFICOU gerações. Ela ALICERÇOU a educação de MILHARES de itambeenses nativos e "adotados". Ela está IMPREGNADA na memória, na história, nas pequenas glórias municipais.

    A pretexto de um pseudo jornalismo, a matéria declina do personalismo inerente à fundação e evolução histórica do ECR para, em mal disfarçada intenção, atribuir "os louros" a quem herdou um patrimônio muito maior que a materialidade física da entidade.

    Que seja! Porque a matéria não CONVENCE quem conhece o ECR. E não alcança quem nem sabe que ele existe.

    O que salta aos olhos na matéria é isso: o brilho de Ir. Walkiria Alves de Amorim é tão intenso que incomoda a quem não sabe brilhar.

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Redação e Edição: Tiago Bottino J. Brige

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