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domingo, 14 de fevereiro de 2016

CANTOR "XANGAI" É DESTAQUE EM COMERCIAL DE "VELHO CHICO" - A NOVA NOVELA DA REDE GLOBO

XANGAI (Eugênio Avelino) , o cantor conquistense que é um dos cantores símbolos da Região Nordeste,  acaba de ter mais um grande destaque em sua carreira, ao participar das chamadas da Nova Novela Global “VELHO CHICO”.
Xangai aparece nos intervalos da Globo cantando em  uma jangada uma canção em homenagem ao Rio São Francisco.
Não se sabe ainda se Xangai irá interpretar um personagem na Novela, mas os fãs do músico ficaram emocionados em vê-lo em tão boa forma nas chamadas para a mesma.
QUEM É  XANGAI?


Eugênio Avelino

20/3/1948 Itapebi, Bahia.

Cantor. Compositor.Violeiro.

Filho e neto de violeiros, nascido no sertão da Bahia, ainda pequeno fixa-se com a família na zona da mata de Minas Gerais. O pai abre uma sorveteria, na cidade de Nanuque, a Xangai, que lhe inpiraria o nome artístico.
Seu avô Avelino era mestre dos mestres dos sanfoneiros da região e faleceu aos 101 anos, tendo transmitido sua maestria ao filho Jany. Viveu tempos na fazenda de seu primo, o compositor Elomar. Aprendeu a cantar aboiando com os vaqueiros. O encontro com Elomar foi decisivo na sua formação artística. Começou a tocar na adolescência. Apesar de herdar do pai e do avô o gosto pela sanfona, acabou optando pelo violão.
Em 1973, mudou-se para o Rio de Janeiro, lá vivendo por mais de dez anos. Chegou a começar a faculdade de economia, mas abandonou para seguir a carreira artística. Considerado por parte da crítica uma das mais belas vozes a serviço da música sertaneja "de raiz".

Dados Artísticos

Apontado por muitos como um aglutinador de linguagens do sertão, em 1976, gravou seu primeiro disco, pela CBS, "Acontecivento", que apresentou como destaque as composições "Asa branca", o clássico de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, "Forró de Surubim", "Marcha-rancho" e "Esta mata serenou", entre outras. Em 1980, lançou, em conjunto com o primo Elomar, Arthur Moreira Lima e outros, o disco "Parceria malunga", pelo selo Marcus Pereira. Em seu disco "Qué qui tem canário", de 1981, interpretou, entre outras, "Curvas do Rio", "Pé de milho" e "Estampas Eucalol", esta última de Hélio Contreras. Seu terceiro disco solo, "Mutirão da vida", em 1984, teve direção musical de Jaques Morelenbaum e acompanhamento do grupo Cumeno cum cuentro, com Jaques Morelenbaum, no celo, Alex Madureira, na viola, Marcelo Bernardes, no sax, clarineta e flauta, e Mingo, na percussão. Contou ainda com a participação especial de Geraldo Azevedo, Hélio Contreras, Marquinhos do Acordeom, Marcos Amma e Paula Martins. Destacaram-se no disco, entre outras, "Fábula ferida", de Jatobá, "O menino e os carneiros", de Geraldo Azevedo e Carlos Fernando, "Ele disse", de Edgar Ferreira, antigo sucesso de Jackson do Pandeiro sobre a carta testamento de Getúlio Vargas, "Violêro", de Elomar, e "Alvoroço", dele e Capinam. O disco trazia sofisticação instrumental e surpresas rítmicas. No mesmo ano, apresentou show no Teatro Castro Alves, em Salvador, acompanhado de Elomar, Geraldo Azevedo e Vital Farias. Do show nasceu o disco ao vivo "Cantoria 1", lançado pela Kuarup, no qual interpretou "Desafio do auto da catingueira", de Elomar, acompanhado do próprio Elomar, "Novena", de Geraldo Azevedo e Marcus Vinícius, que cantou juntamente com Geraldo e Vital, "Cantiga do boi incantado", de Elomar, e "Kukukaya", de Cátia de França. No ano seguinte, com o mesmo grupo, foi lançado o disco "Cantoria 2".

Em 1985, recebeu o prêmio Chiquinha Gonzaga

Em 1986, lançou o disco "Xangai canta cantigas, incelenças, puxulias e tiranas de Elomar", que contou com a participação do próprio Elomar, João Omar, Jaques Morelenbaum. Estão presentes no disco, entre outras composições de Elomar, "Desafio", "A meu Deus um canto novo" e "História de vaqueiros". No mesmo ano, apresentou-se no Rio de Janeiro, no Teatro João Caetano, no show "Um poeta na praça".

Em 1990, lançou "Xangai lua cheia-lua nova", com destaque para "Xote Maria", "Punhos de serpente" e "Estrela do Norte". Em 1991, lançou o disco "Dos labutos", em que interpreta, entre outras, "Não Rio mais", "Bahia de calça curta" e "Xodó de motorista". Em 1996, lançou com Renato Teixeira o disco "Aguaterra", ao vivo, interpretando "Não Rio mais", "Olhos profundos", "João alegre" e "Nas asas do vento".

Em "Cantoria de festa", seu disco de 1997, interpretou o "Nós, é jeca mas é jóia", de Juraildes da Cruz, "Serra da Borborema", "Meu cariri", "Rei do sertão" e outras. Com este disco recebeu o Prêmio Sharp de Melhor Disco do Ano. No mesmo ano, apresentou as músicas desse mesmo disco em shows em São Paulo e no Paraná. Em seus trabalhos, mistura coco, baião, xaxado, xote, toada e ciranda. Procura cantar os sons de sua terra, criando uma música que se mantém longe dos modismos fonográficos, preservando a identidade da chamada "música de raiz". Em 1998 lançou o disco "Um abraço pra ti, pequenina", gravado com o Quinteto da Paraíba, somente com músicas de compositores paraibanos como José Marcolino, Cassiano, Geraldo Vandré, Chico César, Bráulio Tavares e alguns outros, contando com as participações especiais de Vital Farias, Cátia de França e Pedro Osmar. Em 2002, apresentou-se no Mourisco, em Botafogo, dentro do projeto "Xodó carioca". Na ocasião, apresentou-se ao lado da filha Mariá Porto, líder da banda Belladona. No mesmo ano lançou o CD "Brasileirança", gravado com o Quinteto da Paraíba, no qual interpretou, entre outas, "Pequenina", de Renato Teixeira, "Luz dourada", de Juraildes da Cruz e o "ABC do preguiçoso (Ai deu sodade)", um de seus maiores sucessos. Também no mesmo ano, apresentou-se com Elomar, Pena Branca, Renato Teixeira e Teca Calazans no show "Cantoria brasileira", no Teatro da UFF, em Niterói, comemorativo aos 25 anos da gravadora Kuarup, transformado pouco tempo depois em CD.

É uma marca de Xangai fazer turnês por todo o Brasil, sozinho e, muitas vezes, acompanhado de outros artistas. Em 2004, apresentou-se com Juraildes da Cruz, no Centro Cultural Banco do Brasil, (RJ), dando o que a crítica denominou de uma verdadeira aula em treze faixas sobre a variada música sertaneja.

A união dos dois artistas foi tão apreciada pelo público que, no mesmo ano, foi lançado, pela Kuarup, o CD "Nóis é jeca mais é jóia, reunindo os dois artistas. Além de áudio, o CD, que tem co-produção de Xangai com Mário Aratanha, também é CD-Rom, com dois vídeoclipes que mostram, em tela de computador, Xangai e Juraildes cantando no estúdio. Os arranjos do disco foram criados na hora das gravações, contando com a interação dos violões do maestro João Omar, responsável pela direção musical do CD, de Juraildes, e de Xangai, o que resultou num trabalho de rara espontaneidade. Também tiveram participação na obra Chico Lobo (viola caipira), Mariá Porto, que cantou "Enfeites de cabocla", Antônio Adolfo(piano e rebeca). No repertório, "Nóis é jeca mais é jóia", música título do CD, que deu a Juraildes o prêmio Sharp em 1997 e que, no disco, é interpretada em duo. Também clássicos como "Desastando nó", e inéditas, como ""Convida eu" (para Bush e Saddam) e "Bolero de Isabel", solada por Xangai em audio e em vídeo. Os dois vídeoclipes foram filmados e montados por Mário Aratanha e produzidos no Rio de Janeiro, na região de Araras, em Petrópolis, onde o CD foi gravado. Em 2005, apresentou-se com Juraildes da Cruz, acompanhados de João Osmar, na Sala Funarte, no Rio de Janeiro.

Seu primeiro DVD "Estampas Eucalol", lançado em 2006, trás uma cantoria de 78 minutos gravada ao vivo no Rio de Janeiro, e uma entrevista de 55 minutos feita em Salvador e ilustrada com depoimentos e números musicais, contando também com participação especial de Elomar (uma de suas raríssimas aparições em video). A produção é ilustrada as Estampas Eucalol, famosas no jogo publicitário dos anos 1950/60 e abrange os maiores sucessos de Xangai, além de algumas inéditas. Participam da parte da cantoria do DVD os músicos João Omar (violão); Ocelo Mendonça (violoncelo, flauta); Ferretti (percussão), além da participação especial de Mariá Porto (voz). Na sequência, os números: 1. (abertura) Estampas Eucalol (Hélio Contreiras); 2. Violero (Elomar); 3. Canção Primeira (Geraldo Vandré); 4. Curvas do Rio (Elomar)

5. Pequenina (Renato Teixeira); 6. Galope à Beira Mar Soletrado (Xangai / Ivanildo Villa Nova); 7. Estampas Eucalol (Hélio Contreiras);8. Qué qui tu tem Canário? (Xangai/ Capinam); 9. Puluxia das Sete Portas (Elomar)

19. Dos Labutos (Elomar); 11. Bolero de Isabel (Jessier Quirino); 12. João e Duvê (Maciel Melo);13. El Carretero (José René Moreno K.);14. Muqueca de Cágado (Demóstenes Campos / Xangai); 15. Enfeites de Cabocla (Juraildes da Cruz / João Gomes); 16. Matança (Jatobá);17. Cantiga de Amigo (Elomar)

18. Kukukaya (Cátia de França); 19. (créditos finais) Cumeno cum Cuentro (Alex Madureira). Na parte da entrevista, as participações de Chico Lobo, Juraildes da Cruz, Hélio Contreiras e Elomar, além dos acompanhamento musical de João Omar, Ocelo Mendonça, Marcelo Bernardes, e Ferreti. A direção e montagem tem a assinatura de Mario de Aratanha.

Obra

Alvoroço (c/ Capinam)

De quinze pra trás (c/ Pinto Pelado)

Galope à beira-mar soletrado (c/ Ivanildo Vilanova)

Natureza (c/ Ivanildo Vilanova)

Punhos de serpente (c/ Salgado Maranhão)

Discografia

(2006) Estampas Eucalol • Kuarup • CD

(2004) Nóis é jeca mais é jóia- c/Juraildes da Cruz • Kuarup • CD

(2002) Brasileirança • Kuarup Discos • CD

(1998) Mutirão da vida • Kuarup • CD

(1998) Um abraço pra ti, pequenina • CD

(1997) Cantoria de festa • Kuarup • CD

(1996) Aguaterra. Ao vivo com Renato Teixeira • Kuarup • CD

(1991) Dos labutos • Kuarup • LP

(1990) Xangai. Lua cheia-Lua nova • Kuarup • LP

(1986) Xangai canta • Kuarup • LP

(1985) Cantoria 2

(1984) Mutirão da vida • KLP • LP

(1984) Cantoria 1 • MKCD

(1981) Qué que tu tem canário • Kuarup • LP

(1980) Parceria malunga • Marcus Pereira • LP

(1976) Acontecivento • LP

Shows

1984 - Teatro Castro Alves, Salvador, Bahia,

1986 - Um poeta na praça. Teatro João Caetano, Rio de Janeiro.

2002 - Mourisco, Botafogo. Rio de Janeiro.

2002 - Teatro da UFF, Rio de Janeiro.

2004- Nóis é jeca mais é jóia. CCBB, Rio de Janeiro.

Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

Cant., comp. Vitória da Conquista BA 20/3/1948-. Adotou como apelido o nome da sorveteria aberta pelo pai na Zona da Mata baiana. Seu avô Avelino, que morreu com 101 anos, era o mestre dos mestres dos sanfoneiros da região, tendo passado a prática a seu filho Jany.
Herdou o gosto do avô e do pai, mas mudou da sanfona para o violão. Mudou-se em 1973 para o Rio de Janeiro RJ, onde gravou pela CBS o disco Acontecimento, que não foi distribuído pela gravadora.
Especializou-se em um tipo de música não-comercial, firmando-se diante de um público interessado em cultura brasileira.
Em 1980 lançou em parceria com Elomar, Artur Moreira Lima e outros, o disco Parceria malunga (Marcus Pereira).
Dois anos depois, gravou o disco independente Qué qui tu tem, canário. Em 1984, em parceria com Elomar, Geraldo Azevedo e Vital Farias, gravou o disco Cantoria, pelo selo Kuarup.
Nesse mesmo ano, lançou o disco solo Mutirão da vida (Kuarup), que incluía suas composições Alvoroço (com Capinam), Natureza (com Ivanildo Vilanova) e De quinze pra trás (com Pinto Pelado).
Em 1986 lançou o disco Xangai canta cantigas, incelenças e tiranas de Elomar (Kuarup).

Em 1997 lançou o CD Cantoria de festa (Kuarup), que inclui os cocos Balanço da sereia (Deo do Baião) e Buchada com aruá (Jacinto Silva), além de Galope à beira-mar soletrado (com Ivanildo Vilanova), entre outros xótis, toadas e cirandas.
Ainda em 1997, em outubro, apresentou o repertório desse CD com shows em Curitiba PR e São Paulo SP, acompanhado pelo Quinteto da Paraíba.

CDs

Cantoria de festa, 1997, Kuarup KCD 091; Mutirão da vida, 1998, Kuarup KCD-019.

Enciclopédia da Música Brasileira: erudita, folclórica e popular. São Paulo, Art Ed., 1977. 3p. 

7 comentários:

  1. O STILO DE MUSICA DE " XANGAI " E RESERVADO A UM PUBLICO SELECIONADO, DIFERENCIADO A QUALQUER OUTRO, OS SEUS SUCESSOS E CONHECIDO EM EXTREMA RARIDADE, LETRAS EM QUALIDADE CONTEPORANIA, BEM DIFERENTE AS MUSICAS DE SUCESSO ATUAL, POREM, PODE ATE FAZER SUCESSO DEVIDO SER UMA NOVELA DA " REDE GLOBO " MAS, NAO E O "STILO" DO POVAO ----- AGUARDAMOS QUE SEJA SUCESSO.

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  2. Xangai, nascido e criado em Itapebi - BA, foi boiadeiro ainda adolescente, carregou muito gado junto com a comitiva do meu pai, pela região de Potiraguá, Gurupá mirim, onde morou um tempo bom. Xangai é muito conhecido na região de Potiraguá pelos antigos boiadeiros e tropeiros, ganhou o mundo e se tornou um grande cantor e compositor. Portando ele é um grande cantor Itapebiense.

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    1. Concordo plenamente,inclusive ele è afilhado de um senhor daqui de Potiraguà conhecido populamente como Sr Augusto Ganchê.

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  3. Que bacana! Eu quando vi a chamada pela primeira vez, eu assustei com a forma do intérprete. Achei e ainda acho horrivel. Parece meio desafinado e sem muita harmonia. Porém em se tratando deste grande artista, acredito que a forma da interpretação foi proposital para dar mais realidade ao tema. Mas adorei saber que um dos nossos conquistenses está em destaque nesta chamada. Xangai é um excelente cantor. Tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente ao lado de um outro grande talento "Elomar Figueira". Eliel Santos

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  4. Muito legal... Xangai ta maravilhoso nas chamadas... isso é muito bom de se ver... essa novela promete ser top como tantas outras de anos passados como Tieta... Renascer... a Rei do gado, Por amor etc...

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  5. adoreeeeei revê xangai e saber que ele vai fazer parte da novela é um privilégio, espero vê-lo muito, já que raro vê-lo, vou assistir só pra ter a satisfação de me deliciar com suas canções, a globo só tem a ganhar com esse ser iluminado que é o xangai, que maravilha estou
    aguardando ansiosa Campina Grande -Paraiba 23 de fevereiro 2016

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  6. Há quanto tempo não ouvia música de verdade em novelas... ontem ainda teve Geraldo Vandré.

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