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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

SAÚDE: INFECTOLOGISTA TIRA DÚVIDAS COM RELAÇÃO A CASOS DE MICROCEFALIA

DOENÇA FAZ COM QUE BEBÊS NASÇAM COM CÉREBRO MENOR DO QUE O ESPERADO. SEGUNDO ANTÔNIO BANDEIRA, PERÍODO MAIS CRÍTICO DA GRAVIDEZ É O 1º TRIMESTRE.
O infectologista Antônio Bandeira gravou entrevista, nesta quinta-feira (26), esclarecendo dúvidas com relação aos riscos de microcefalia em bebês cujas mães tiveram o Zika Vírus. Segundo o especialista, o período com maior risco de o feto contrair a microcefalia é no 1º trimestre da gravidez. Ele ainda diz que mulheres que tiveram Zika há mais de dois meses podem engravidar
tranquilamente, pois não há risco de o feto ter a doença.
De acordo com informações da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), até esta quinta-feira, estão confirmados 13 casos de microcefalia no estado. A microcefalia é um quadro em que bebês nascem com o cérebro menor do que o esperado (perímetro menor ou igual a 33 cm para bebês a termo) e que compromete o desenvolvimento da criança em 90% dos casos.
As causas exatas do surto no Brasil ainda estão sendo investigadas. O principal suspeito é o Zika vírus, de origem africana e primo do vírus da dengue. Ele circula no país desde maio do ano passado e uma das hipóteses é que chegou aqui junto com turistas que vieram para a Copa do Mundo. Os casos de microcefalia coincidem com áreas em que o vírus circulou no ano passado. Os cientistas têm feito um trabalho de detetive. Primeiro descartaram causas genéticas, porque a mudança no padrão epidemiológico se deu de uma hora para outra. Depois, foram atrás do que mudou na região e então voltaram a atenção para os casos de Zika vírus, novidade de 2014. A hipótese é que o vírus, primo da dengue e transmitido também pelo Aedes aegypti, atravessaria a barreira placentária e entraria no corpo da criança prejudicando a formação do cérebro. As tomografias feitas pelos cientistas indicaram sinais de infecção viral no cérebro em alguns casos e também foram achados sinais do Zika vírus em exames do líquido amniótico, em bebês que ainda estavam na barriga, e no líquido cefalorraquidiano, naqueles que já nasceram.
Conhecendo o Zika
O vírus Zika é transmitido especialmente por mosquitos infectados, principalmente o mosquito da dengue. A maioria das pessoas não tem sintomas, mas quando surgem são principalmente erupções na pele, olhos vermelhos e dores no corpo. Eles desaparecem em até uma semana, em geral.
Prevenção
Todo mundo pode colaborar na prevenção, principalmente lutando contra o acúmulo de água e lixo que atraem mosquitos. É hora de também colocar tela na casa e usar mosquiteiro. E abusar do repelente, seguindo as orientações do rótulo. Quem está pensando em engravidar, deve levar essa situação em conta e quem já espera o bebê deve tomar cuidado com picadas de mosquito, mesmo que já esteja em fase adiantada de gestação.
Recomendações do Ministério da Saúde específicas para grávidas:

  • Atualizar as vacinas de acordo com o calendário vacinal do programa nacional de imunização do Ministério da Saúde
  • Atenção sobre a natureza e a qualidade daquilo que se ingere (água, alimentos, medicamentos), consome ou se tem contato, principalmente sobre a ação desses produtos no desenvolvimento do bebê.
  • Proteger-se das picadas de insetos, evitando horários e lugares com presença de mosquitos e, sempre que possível, utilizar roupas que protejam o corpo. Consultar o médico sobre o uso de repelentes e verificar atentamente no rótulo a concentração do produto e definição da frequência do uso para gestantes. Além disso, telas de proteção, mosquiteiros e ar-condicionado também são medidas de proteção.
  • Se houver qualquer alteração no estado de saúde, principalmente no período até o quarto mês de gestação, comunicar aos profissionais de saúde.

Fonte: G1 BA

Um comentário:

  1. Parabéns Bottino, por publicar esta matéria. É extremamente importante que estejamos esclarecidos quanto a essa situação.

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